1. Ser estudante não é mau. Aliás, é óptimo. Temos as nossas responsabilidades da escola ou da faculdade, que temos que passar com positiva, temos sempre trabalhos para fazer ou relatórios para entregar, temos testes ou frequências para nos aprovarem. E também temos os sentimentos mais instáveis da nossa vida, que chegam mesmo a afectar todas as responsabilidades que temos nesta altura. Achamos que não temos tempo para nada, apesar de termos tempo para tudo e mais alguma coisa. Ser estudante é ser jovem, é ganhar maturidade e aprender com os erros, que já nem se contam com os dedos. Apercebemo-nos que o melhor ensino não vem nos livros nem nos professores, mas de nós próprios conforme a vida que levamos. E é aí que cada um de nós ganha a sua personalidade, o seu ‘eu-próprio’. Somos o retrato do que enfrentámos até ao momento, somos puros. Somos nós, somos bons, e somos o futuro do nosso país.

    (via walk--away--from--the--sun)

     


  2. ‘Home is wherever i’m with you.’

    Não, minha gente. Casa é onde tu podes andar nu à vontade, a isso é que se chama casa. É só.

     


  3. Insónias incontroláveis

    Todas as noites não sei para onde ir,

    Quando os meus sonhos quero seguir.

    Dava-me jeito conseguir dormir,

    Mas o meu sono ainda está para vir.

    Não fosse o Eddie a me acompanhar,

    E a sua guitarra que me faz tremer.

    Fora isso ainda não entendi,

    O que é que eu ando aqui a fazer.

    A estas horas tenho vontade de tocar guitarra,

    Mas a vizinha ia ficar brava.

    Antes não vivesse por cima de mim,

    Porque vontade não me faltava.

    Continuarei a ser boa pessoa,

    E deixo-a então dormir descansada.

    Até porque eu não toco à toa,

    E a esta hora é que não canto nada.

    Ao menos a Lua que estivesse cheia,

    E viesse a sorrir para mim.

    Também já passa das duas e meia,

    E este poema chegou ao fim.


    Saul, vai dormir que o teu mal é sono!